2018 promete ser o ano do e-commerce no Brasil

O ano de 2017 terminou e com ele novas planilhas, encomendas e metas.

Os profissionais do e-commerce precisam se organizar para iniciar 2018.

Esse é o momento de revisão do ano que passou e etapa essencial de estabelecer novas metas para esse próximo ano.

O crescimento que veio neste ano deve se manter no próximo e nos seguintes.

Comemoremos, mas com trabalho. Com todos os dados animadores, como o do 36º Webshopper, realizado pela Ebit, empresa de informações sobre o comércio online no Brasil, que nos mostrou que o e-commerce cresceu 7,5% no primeiro semestre deste de 2017, as vendas online ainda representam pouco mais de 5% do varejo nacional.

 

Coloco como item essencial para o planejamento anual a pesquisa.

A economia está em leve reaquecimento e eu acredito que esse é o melhor momento para entrar em negócios online.
É perceptível que as pessoas estão voltando ao fluxo normal de compras e com isso a primeira opção começa a ser pela internet, dada a facilidade de encontrar produtos e pesquisar preços.
No entanto, é importante ressaltar que o processo deve ser feito com muita pesquisa e planejamento, uma vez que a ampliação para um modelo online pode ser muito custosa se não executada da maneira certa ou com os parceiros corretos.

 

Um erro que temos que evitar na hora do planejamento, é iniciar uma operação online sem entender como vai atingir o público alvo de seus produtos.

Com tantas oportunidades nas redes sociais e em outras mídias, é necessário ter foco para que não seja gasto dinheiro com uma publicidade que nem sequer chegue ao target desejado.
Costumo dizer que, melhor que quantidade, é ter qualidade na venda e atendimento.
É por isso que e-commerces nichados conseguem obter sucesso mais rápido.
Acredito que os empreendedores devam se preocupar mais com as formas de divulgação e se atentar se estão oferecendo o produto correto à pessoa certa.

 

No âmbito das tendências para aqueles que querem apostar em novas ofertas, vejo que as pessoas estão começando a buscar por produtos diferenciados e exclusivos.

Esse processo começou basicamente com o segmento do vestuário. Vejo com muito bons olhos a demanda por produtos de acessórios personalizados, como artigos de joalheria, relógios, bonés, entre outros.

 

Por fim, gostaria de explicar que nossa função enquanto “varejistas digitais” é oferecer a melhor experiência ao cliente. Isso é óbvio, mas em 2018 vamos tentar nos focar nisso, assim os números que já são ascendentes podem crescer cada vez mais, e mais rápido.

Fazer com que o consumidor perceba que comprar online também é praticidade, mas não uma atividade extraordinária.
Tomemos essa retomada da economia como nosso momento.

Comprar online pode ser embutido na rotina de todos e é nossa missão disseminar isso.

Sucesso a todos os profissionais do varejo online!

Fonte: administradores.com.br

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